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Criança de 5 anos é baleada e morre durante operação da PM no Rio de Janeiro


Uma menina de 5 anos morreu neste sábado ao ser atingida por uma bala perdida na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, durante uma operação da Polícia Militar. Além da criança, um jovem de 17 anos também morreu. Após a morte da criança, moradores protestaram e queimaram dois ônibus no bairro. Os bombeiros foram acionados.

Em nota, a PM disse que foi informada “sobre uma criança baleada no interior da comunidade do Dendê e que foi socorrida por familiares. Segundo informações colhidas por testemunhas, a vítima teria sido atingida no interior de sua residência. Ressaltamos que não havia operação policial no interior da comunidade”.

Ainda segundo a corporação, foi instaurado “um procedimento apuratório para averiguar a conjuntura das ações e a corregedoria da corporação acompanha os trâmites. As imagens das câmeras corporais dos policiais serão disponibilizadas para auxiliar as investigações”.

Apesar do atendimento, a criança já chegou morta ao hospital. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde RJ, “a direção do Hospital Municipal Evandro Freire informa que uma criança e um homem sem identificação deram entrada já em óbito na unidade”.

A PM do Rio de Janeiro informou que abordou dois homens em uma moto, sendo que o ocupante da garupa estaria armado e teria disparado contra a equipe, quando houve revide. O motorista foi preso, segundo a PM.

A Secretaria de Estado de Polícia Militar afirmou que o comandante do 17° BPM (Ilha do Governador) “foi afastado da administração da unidade a fim de dar uma maior lisura e transparência à averiguação dos fatos referentes às ações ocorridas na manhã deste sábado (12/08), na Ilha do Governador”.

A ONG Rio de Paz, por meio das redes sociais, afirmou que passou de cem o número de criança se adolescentes mortos por armas de fogo com o caso deste sábado.

“Com o caso de Eloá, sobe para 101 casos de crianças e adolescentes mortos por armas de fogo, a maioria balas perdidas, de 0 a 14 anos, desde que começamos a contabilizar estes casos, em 2007”, escreveu a organização.Jornal da Chapada com informações da CNN Brasil

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