KATIANE

ENTREVISTA COM JOHANE LEONE, ENDOCRINOLOGISTA
ENTREVISTA COM THAIANNE BARBOSA, NUTRICIONISTA
ENTREVISTA COM DRº CICERO PEREIRA, ESPECIALISTA EM DOR OROFACIAL
ENTREVISTA COM DRª JOHANE LEONE (ENDOCRINOLOGISTA)
ENTREVISTA COM DRªA LARISSA NANI (MASTOLOGISTA)
ENTREVISTA COM DRº MATEUS RIBEIRO (PSICÓLOGO E COACH)
ENTREVISTA COM DRº MAURÍCIO MARQUES (DERMATOLOGISTA)
ENTREVISTA COM DRº MATEUS RIBEIRO (PSICÓLOGO E COACH)
ENTREVISTA COM DRº CÍCERO (CLÍNICO GERAL)

PF indicia Temer e mais dez no inquérito dos portos



Em relatório conclusivo apresentado nesta terça-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal indiciou o presidente Michel Temer e outras dez pessoas pelos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. 
Todos são investigados no inquérito que apura se empresas pagaram propina em troca de um decreto sobre portos – que ampliou de 25 para 35 anos as concessões do setor, prorrogáveis por até 70 anos – assinado pelo presidente. Os indiciamentos são contra Temer, o ex-assessor Rodrigo Rocha Loures, os empresários Antônio Celso Greco, Ricardo Mesquita e Gonçalo Torre alba, além do coronel João Baptista Lima Filho, amigo pessoal de Temer, e da esposa do militar, Maria Rita Fratezi, do sócio do coronel, Carlos Alberto Costa, e do filho dele, Carlos Alberto Costa Filho, do contador Almir Martins Ferreira e da filha de Temer, Maristela de Toledo Temer Lulia. Além dos indiciamentos, os investigadores solicitaram que os bens deles sejam bloqueados.
 A Polícia Federal também pediu a prisão preventiva do coronel Lima e de sua mulher, de Carlos Alberto Costa e do contador. Por ordem do ministro Luís Roberto Barroso, relator do inquérito dos portos no STF, todos os quatro estão proibidos de deixar o país. Segundo a Polícia Federal, as investigações envolveram provas como colaborações premiadas, depoimentos, informações bancárias, fiscais, telemáticas e extratos de telefone, laudos periciais e informações do Tribunal de Contas da União (TCU). Os investigadores apuraram ainda o pagamento de propinas em espécie, propinas camufladas como doações eleitorais, pagamentos de despesas pessoais por interpostas pessoas e empresas, além da atuação de companhias de fachada e contratos fictícios de prestação de serviços. O processo foi agora remetido à procuradoria-geral da República para que o Ministério Público decida se oferece ou não denúncia contra os suspeitos. Conforme revelou VEJA, o coronel Lima é investigado pela Polícia Federal como suspeito de captar dinheiro clandestinamente em nome do presidente Michel Temer. Em março, VEJA teve acesso a uma mensagem do empresário Celso Greco em que ele confirma que foi, de fato, beneficiado com a edição do decreto dos portos – versão sempre desmentida pelo presidente Temer. 
Em e-mail enviado a funcionários e advogados da empresa em 16 de maio de 2017, seis dias depois da edição do texto sobre portos, Greco comemora: “Consideramos que o novo decreto é valioso no que diz respeito à reivindicação de reequilíbrio econômico do Terminal Pérola”. A Rodrimar é uma das donas do Terminal Pérola, que apresentou um pedido de reequilíbrio contratual ao Ministério dos Transportes. Em março deste ano, a Polícia Federal havia prendido, entre outros, o empresário Antônio Celso Greco, dono da Rodrimar, empresa suspeita de distribuir propina a assessores presidenciais em retribuição à edição do decreto. Na ocasião, houve ainda ordem de prisão contra quatro acionistas do Grupo Libra, entre eles Gonçalo Torre alba, indiciado agora pelos investigadores.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Líder Notícias - O seu canal de informação! © 2013 - 2018 | Desenvolvido por Junior Pacheco