KATIANE

ENTREVISTA COM JOHANE LEONE, ENDOCRINOLOGISTA
ENTREVISTA COM THAIANNE BARBOSA, NUTRICIONISTA
ENTREVISTA COM DRº CICERO PEREIRA, ESPECIALISTA EM DOR OROFACIAL
ENTREVISTA COM DRª JOHANE LEONE (ENDOCRINOLOGISTA)
ENTREVISTA COM DRªA LARISSA NANI (MASTOLOGISTA)
ENTREVISTA COM DRº MATEUS RIBEIRO (PSICÓLOGO E COACH)
ENTREVISTA COM DRº MAURÍCIO MARQUES (DERMATOLOGISTA)
ENTREVISTA COM DRº MATEUS RIBEIRO (PSICÓLOGO E COACH)
ENTREVISTA COM DRº CÍCERO (CLÍNICO GERAL)

FLECHA CONTRA TEMER: COM A PALAVRA, A CÂMARA DOS DEPUTADOS

                             
O placar de 10 x 1 no Supremo Tribunal Federal (STF), determinando a remessa da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer para a Câmara dos Deputados, não foi exatamente uma surpresa. Os ministros já haviam sinalizado que dificilmente iriam fazer qualquer juízo de mérito contra o texto remetido pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, antes dos deputados avalizarem, como determina a Constituição. O voto vencido, de Gilmar Mendes, também estava no script. O desafeto de Janot e amigo de Temer não iria se indispor publicamente aos próprios ideais – questionáveis para o restante da população, porém altamente lógicos para alguém como Gilmar Mendes. A denúncia do “quadrilhão do PMDB”, como ficou conhecida a organização criminosa sugerida por Janot, envolve não apenas o presidente da República. Os ministros Eliseu Padilha, da Casa Civil, e Moreira Franco, da Secretaria-Geral da Presidência, e os ex-deputados federais Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves, Geddel Vieira Lima e Rodrigo Rocha Loures também são citados. Destes, três estão presos. Joesley Batista e Ricardo Saud, do Grupo J&F, também podem virar réus. Enquanto a denúncia contra eles pode prosseguir sem aval da Câmara, contra Temer é necessária a autorização dos ilustres parlamentares, que, no começo de agosto, enterraram uma primeira investigação contra o presidente com 263 votos. Até o momento, o presidente parece fortalecido, porém o balcão de negócios que sepultou a investigação inicial será refeito e os parlamentares tendem a cobrar mais caro para salvar a pele do peemedebista. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), deu a senha ainda em agosto que uma segunda denúncia poderia não ter o mesmo destino para tirar a corda do pescoço de Temer. O próprio Maia, sucessor direto numa eventual queda de Temer, voltou a tecer críticas ao governo e pode não mexer pauzinhos a favor do aliado. A próxima semana será crucial para o chefe do Palácio do Planalto saber sobre o futuro político. Com a palavra, os deputados federais. Este texto integra o comentário desta sexta-feira (22) para a RBN Digital, veiculado às 7h e às 12h30, e para as rádios Irecê Líder FM e Clube FM.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Líder Notícias - O seu canal de informação! © 2013 - 2018 | Desenvolvido por Junior Pacheco